sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Música infantil de qualidade

Palavra Cantada é uma dupla musical infantil formada em 1994 por Paulo Tatit e Sandra Peres. É caracterizado por canções infantis de linhas marcantes, que prezam pela elaboração das letras, arranjos e gravações, com uma poética sensível e respeito à inteligência das crianças.
Os shows da Palavra Cantada tem a música como elemento cebtral, usando sempre os instrumentos e a movimentação de palco como principal elemento cênico. A dupla já produziu mais de 10 discos, ultrapassando a marca total de dois milhões de CDs vendidos, com todos ainda em catálogo até hoje.
Após o lançamento em outubro de 2007 de seu quarto DVD, "Pé com Pé", patrocinado pela Natura, dentro do projeto "Natura Musical", Paulo e Sandra lançam em 2008 seu 11º CD: o "Carnaval Palavra Cantada", com co-patrocínio da Petrobras[1].

(Texto do Wikipédia)

Visitem o site do Grupo:

www.palavracantada.com.br


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Nossa visita a UNILAB foi muito proveitosa. Eis a postagem no site da instituição:

Unilab faz festa para receber comitiva de professores cabo-verdianos

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) , em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Redenção, montou uma programação festiva para recepcionar a comitiva de 120 professores cabo-verdianos que está no Ceará participando do Programa Linguagem das Letras e dos Números (PLLN). Ao longo da tarde e início da noite desta quarta-feria (01), o grupo percorreu pontos turísticos da cidade de Redenção e conheceu o Campus da Liberdade. No local, eles foram foram recebidos pelo reitor Paulo Speller, vice-reitora Maria Elias, pró-reitores,  coordenadores de área e alunos. Eles também participaram de uma extensa programação cultural e da 1º Feira do Cordel do Maciço do Baturité.
Os professores visitaram o Museu Histórico Memorial da Liberdade
No Museu Senzala Negro Liberto, os professores conheceram as técnicas de fabricação da cachaça
O grupo de cabo-verdianos é formado por professores do ensino básico de Cabo Verde que estão no Ceará participando de cursos de português e matemática. Eles chegaram no dia 16 de julho e ficam no Brasil até o dia 6 de agosto. O PLLN é uma iniciativa do Ministério da Educação, Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, com apoio da Universidade Federal do Ceará e Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Na programação  turística em Redenção, organizada pela Unilab e pela Secretaria de Cultura e Turismo do Município, os professores conheceram locais de Redenção que simbolizam a luta abolicionista. Redenção foi a primeira cidade brasileira a libertar os escravos, em 1º de janeiro de 1883.
Canavial da Fazenda Douradinha, onde fica o Museu Senzala Negro Liberto
Eles visitaram o Museu Histórico Memorial da Liberdade; a Praça da Liberdade e o Museu Senzala Negro Liberto.
Rita Gomes é professora do Ensino Secundária em Cabo Verde
Rita Gomes, professora de português do Ensino Secundário em Cabo Verde, diz que está no Brasil pela primeira vez. Ela elogiou a inserção no PLLN de uma programação cultural numa cidade brasileira que tem grande importância na luta dos negros contra a escravidão. “Essa experiência tem sido muito boa porque estamos nos capacitando melhor para a sala de aula com os cursos e também tendo essa nova experiência”, diz.
Paulo Sérgio destacou a ligação  histórica entre Cabo Verde e o Brasil
Paulo Sérgio Rodrigues, professor do Ensino Fundamental em Cabo Verde, destaca que a visita proporcionou aos professores uma visão mais ampla de sua própria história. “Na época da escravidão, Cabo Verde era ponto de envio de muitos escravos que vieram para o Brasil. Então, nessa visita por Redenção estamos revisitando a história de nossos próprios antepassados”, destaca.
Lorena reencontrou na Unilab a antiga aluna, Ailene
A vinda dos professores caboverdianos também proporcionou reencontros. A aluna do curso de Letras/Língua Portuguesa da Unilab Ailene Rosa reencontrou entre o grupo de visitantes uma antiga professora. “Estamos matando a saudade”, alegra-se. A professora Lorena Gomes se disse muito à vontade no Ceará e, principalmente, vivenciando o roteiro cultural. “Essa integração entre Cabo Verde e o Brasil é muito boa. E um encontro de culturais que tem muitas semelhanças”, avalia.

De pé, reitor Paulo Speller saúda comitiva de professores
No Campus da Liberdade, os professores foram recepcionados pelos alunos cabo-verdianos que estudam na Unilab. Atualmente, 15 estudantes de Cabo Verde estão matriculados. O pró-reitor Paulo Speller destacou que a visita dos professores africanos à Unilab simboliza a proposta de integração da Universidade. “Essa presença maciça, grandiosa, é o que nós queremos construir na Unilab e Cabo Verde tem uma grande importância para nós. Cabo Verde é hoje para o Ceará a porta de entrada para a Africa porque temos voos diretos para lá”, diz.

O reitor disse esperar que a visita dos professores cabo-verdianos à Unilab intensifique a ligação entre os dois países. “Espero que vocês levem essa nossa mensagem de boas vindas a todos os cabo-verdianos. Esperamos que vocês venham novamente e o que nós queremos é que vocês aprendam conosco e nós aprendamos com vocês. Esse é o sentido da mobilidade do conhecimento”, destacou.
A vice-reitora Maria Elias enfatizou a satisfação que toda a equipe da Unilab teve ao planejar a programação festiva para recepcionar os professores cabo-verdianos. “Eu acompanho esse projeto desde o o primeiro momento. Vocês estão formando nossos futuros alunos e, com certeza, eles serão muito bons em suas áreas”, elogiou.
Também participaram da recepção aos cabo-verdianos as pró-reitoras de Graduação, Jacqueline Freire; de Administração, Adênia Guimarães; de Relações Institucionais, Selma Pantoja; de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Stela Meneghel; e o pró-reitor de Planejamento, Fernando Afonso. Também participaram da solenidade a professora Ana Célia Clementino Moura, do Departamento de Letras da UFC, e o professor José Othon Dantas Lopes, do Departamento de Matemática da UFC.
Após os discursos, os presentes foram agraciados com várias apresentações culturais e artísticas, executadas por convidados e também por alunos da Unilab.
Cantador saúda visitantes em prosa e verso
Alunos do Timor Leste apresentam dança tradicional
Apresentação dos alunos de Cabo Verde


Os professores cabo-verdianos também fizeram questão de retribuir todo carinho recebido pelos alunos e servidores da Unilab. Eles cantaram algumas músicas tradicionais do país africano e emocionaram a plateia.


Depois do momento festivo, os professores foram jantar no Restaurante Universitário e antes de retornarem à Fortaleza, conferiram a 1ª Feira do Cordel do Maciço de Baturité, promovida pela Unilab em parceria com a Associação dos Escritores da Região do Maciço de Baturité (Aescriba).
 Mais imagens na página oficial da Unilab no Facebook.

Chefe Manda

Faixa etária: 6 a 13 anos
Número de participantes: livre/ aberto
Duração: o tempo será calculado dependendo do número de participantes

Objetivos pedagógicos:
  • Explorar diferentes conteúdos do Ensino Básico, dentre os quais: noção espacial, figuras geométricas, as quatro operações matemáticas, escrita de palavras, conjugação de tempos e modos verbais ( Língua Portuguesa )...
  • Testar a capacidade de resposta dos alunos perante uma ordem.

Materiais/ recursos: etiquetas variadas, papel, caneta, lápis, giz, piso...

Objetivo do jogo: ser o último jogador a estar na roda

Procedimentos: é um tipo de jogo em que o aluno é chamado a responder a ordem dada pelo chefe. Quando o professor diz: “Chefe manda, levante a perna direita”, por exemplo. Os alunos devem levantar a perna. Se o professor disser apenas “Levante a perna.”, os alunos não podem levantar a perna, pois só devem realizar as ações que o “chefe manda...”. Quem responder corretamente a solicitação do chefe continua no jogo, os demais serão eliminados. O vencedor será aquele que conseguir responder, de forma correta todas as ordens dadas pelo chefe.

Antes do jogo: o chefe dá as devidas orientações sobre a realização do jogo ( regras )

Durante o jogo: a concentração constitui um elemento importante, em que a indicação da ordem deve ser feita com clareza, começando-o sempre com a expressão: o chefe manda.





Carro de Picolé

Faixa etária: 6 a 8 anos.
Número de participantes: a partir de 4 participantes
Duração: 15 a 20 minutos.
Objetivos pedagógicos:
  • Revisar, introduzir ou consolidar conteúdos em diferentes áreas disciplinares como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Integradas e Expressões (oralidade, fonemas, cores, divisão silábica, animais, frutas etc).
  • Desenvolver a oralidade, destreza e coordenação motora.
  • Identicar cores.
Materiais/ recursos: materiais dependerão da variação adaptada
Procedimentos:
De pé, com as mão abertas, o aluno que estiver à direita coloca a mão esquerda por baixo da mão direita do que estiver à esquerda e assim sucessivamente, formando uma roda. O jogo inicia-se cantando a canção “Carro de picolé” (Pas-sou um car-ro de pi-co-lé. Qual é a cor que vais es-co-lher? (1) . Por exemplo: se a cor escolhida for “vemelho”, a canção continua: Ver-me-lho es-tá na tu-a rou-pa!) e os alunos continuam a bater na palma da mão dos colegas ao ritmo da canção até a última sílaba da canção ( pa ) e se o último aluno tocado tiver a cor da roupa mencionada sai do jogo.
O jogo prossegue seguindo as mesmas regras até ficar somente um aluno que será considerado como vencedor.

Sugestões/ variantes: Pode ser utilizado no tratamento de outros conteúdos em diferentes disciplinas.
1... Paragem para a escolha da cor no aluno onde parou a canção, de olhos vendados.

sábado, 28 de julho de 2012

Bingo Matemático


Bingo Matemático

Faixa etária
Este jogo é recomendado para turmas que dominam cálculos simples de memória e deve ser jogado com certa frequência para reforçar a tabuada

Número de participantes
Todos os alunos da turma poderão jogar

Duração do jogo
Em média, dura 30 minutos

Objetivos Pedagógicos
ü  Diagnosticar o aprendizado da turma para sistematizar alguns conhecimentos construídos através de cálculos envolvendo as quatro operações
ü  Observar se os alunos utilizam os cálculos que conhecem de memória para resolver outros que eles não conhecem
ü  Abordar as quatro operações matemáticas
ü  Memorização da tabuada

Materiais
Cartelas de bingos que podem ser confeccionadas pelos próprios alunos, conforme modelo abaixo, marcadores, que podem ser grãos de feijões, fichas contendo as expressões numéricas, uma garrafa pet para colocarmos as fichas das expressões.


 



Objetivos do jogo: completar a cartela antes dos colegas e gritar "Bingo!

Procedimentos
ü  Para dar início a partida, cada aluno deverá colocar sobre o centro da mesa a sua cartela, com os números voltados para cima
ü  Deve-se escolher quem irá cantar os números
ü  Vale frisar que todos os jogadores deverão estar atentos aos números cantados, pois estes só serão repetidos 3 vezes
ü  Quando as fichas, contendo as expressões numéricas, forem chamadas, uma a uma, os alunos terão um tempo de 30 segundos para resolver as continhas
ü  Se o jogador, ao resolver a expressão numérica, observar que na sua cartela há o resultado obtido, ele deverá marcar a casa com o grão de feijão
ü  As fichas serão cantadas até que um jogador preencha todas as casas
ü  O jogador que preencher todas as casas deverá gritar “Bingo!” para encerrar o jogo
ü  Deve-se conferir a cartela desse possível ganhador
ü  Se ele tiver gritado "Bingo!" sem ter preenchido todas as casas, ele será excluído do jogo
ü  Todavia, se todas as casas tiverem sido preenchidas corretamente, ele vencerá o jogo

OBS: O mesmo procedimento será feito se tivermos mais de um possível vencedor

Sugestões
Para revisar algum conteúdo abordado em sala de aula, pode-se substituir os números por sílabas, nomes de personagens históricos etc.

Feche a Caixa


Faixa etária:
Este jogo é recomendado para turmas que ainda não dominam cálculos simples de memória e deve ser jogado com certa frequência para reforçar os cálculos de adição.

Números de participantes: três jogadores por turno

Duração do jogo:
Varia de acordo com a quantidade de alunos que irão jogar. Em média, dura 30 minutos.

Objetivos Pedagógicos:
ü  Diagnosticar o conhecimento dos alunos para sistematizar alguns conteúdos construídos através de cálculos envolvendo a operação de adição.
ü  Observar se os alunos utilizam os cálculos que conhecem de memória para resolver outros que eles não conhecem.

Materiais:
2 dados, 1 tabuleiro, com casas numeradas de 1 a 9,  tampinhas de garrafa pet que serão utilizadas para fechar cada caixa.


Objetivos do jogo: utilizar os resultados dos dados para tentar fechar o maior número possível de caixas.

Procedimentos:
ü  Nesse jogo, cada jogador, a sua vez, joga 2 dados. Com todos os números expostos, o jogador fecha as caixas a partir dos números obtidos.
ü  Outra possibilidade é o jogador lançar os dados e somar os números que aparecerem e fechar a caixa com o valor do total conseguido.
ü  Quando as caixas 7, 8 e 9 forem fechadas, joga-se apenas com um dado.
ü  O jogador deve jogar sucessivamente os dados, repetindo o procedimento, até o total de pontos não permitir fechar mais nenhuma caixa. Quando todas as caixas estiverem fechadas ou quando os pontos não permitirem fechar mais nenhuma caixa, abrem-se novamente as caixas para a próxima jogada.
ü  Para saber dos pontos alcançados na sua jogada, o jogador deverá somar os valores das caixas que continuam abertas e subtrair de 45 (somatório dos valores de todas as caixas, de 1 a 9).

Antes do jogo:
Apresentar as regras do jogo

Durante o jogo:
Registrar os cálculos

Após o jogo:
Retomar as estratégias utilizadas pelos alunos que permitiram fechar as caixas


Sugestões:
Proponha situações-problema, “congelando” algum momento da partida. Utilize o resultado dos dados para discutir com a classe as diversas opções de caixas que podem ser fechadas. Anote todas as combinações possíveis em um cartaz e fixe-o na sala: a consulta constante vai ajudar os pequenos na memorização dos resultados. Observe as estratégias usadas pelas crianças para calcular os pontos que fizeram ao terminar a rodada e incentive-as a fazer o registro desse cálculo.